Realizo serviços em móveis (pequenos reparos e trocas de peças quebradas), mas, faz um bom tempo que realizo o outro serviço, pois, tem épocas que ficava sem serviço, e, quando não surge nada, é preciso encontrar formas.
A ideia surgiu, depois de algumas propostas de mulheres, querendo dar um agrado a mais após os serviços e começarem a me chamar para voltar. A primeira, foi após eu retornar dias seguidos, uma vez por dia e cada dia, era um móvel e pouca coisa para fazer. No final ela dizia ser somente aquilo, mas no dia seguinte, me mandava mensagem. Com certeza não era para gastar aos poucos, pois não sairia caro fazendo de uma só vez. Quando não tinha mais nada, no dia seguinte ela foi mais direta. Mandou mensagem dizendo que não tinha mais nada para me pedir, mas que se quisesse passar por lá tomar uma café, que poderia ir. Respondi que tinha alguns serviços agendados, para fugir da situação, mas ela ofereceu pagar pelo meu tempo e insistiu. Chegando lá, tentou me beijar e disse ter gostado de mim. Contou sua história, papo sobre estar se sentindo sozinha, mesmo sendo casada e por aí vai. Após agradá-la, sem ter colocado preço, ela me deu o valor que imaginava e começou a marcar uma vez por semana, até ficar um pouco arriscado para ela pois surgiram comentários no prédio e, antes que chegasse ao conhecimento do marido que algo poderia estar ocorrendo, ela preferiu parar.
Desse atendimento, surgiram algumas amigas dela, até surgir a primeira oferta de uma casal, apenas para uma aventura, sem nenhum contato entre os homens.
Nesses poucos anos fazendo isso, notei que a maioria das vezes é fetiche, adrenalina, outras vezes, carência e falta de coragem de sair na rua procurar para evitar exposição.
O primeiro homem, foi um convite para ir para a cama com os dois e o marido começou a insinuar pegar no meu pau, tentar chupar e me assustei, mas, vendo que era um nicho promissor, comecei a permitir até, que com um casal que sempre fazia o chamado, quiseram que eu também desse prazer ao marido e mesmo com toda a minha resistência, acabei provando e não parei mais, não por gostar de rola, mas, é uma nova forma de dar e sentir prazer. Confessor, raramente fugiu do esperado.
Surgem homens mais afeminados, mas é minoria e, vários homens com relação estável ou casados, que buscam esse fetiche, ou querem experimentar diante de um mundo que se modifica tão rapidamente.
Tenho clientes praticamente fixos, que não passam um mês sem entrar em contato procurando algo. Tem homens, sem relação fixa, que ao começarem uma relação, já abordam rápido a mulher falando sobre vida liberal e realizam nelas o tesão deles mesmos.
Tive clientes que me pagaram para tentar seduzir a namorada, noiva, esposa e, já surgiu algumas vezes, em menor número, o inverso também, mulheres querendo que seduzisse o homem, mas, é um número muito pequeno essa iniciativa da mulher para iniciar o marido com um homem.
Tem clientes que fazem de tudo para que eu passe a realizar ou receber penetração, mas isso não aceitei até o momento e não creio que farei. Terá que ser uma oferta muito boa (risos).
Recentemente, algo que não ocorre muito, mas quando ocorre sempre é muito bom, surgiu uma evangélica virgem, louca para experimentar, mas não podendo para se guardar para o casamento.
Uma dica para quem busca esse serviço a mais, mas quer evitar a exposição: nas entrelinhas, quem está disposto a oferecer algo mais, sempre deixa algo em suspense para dar a entender. Basta indiretas entre as partes e tudo se resolve. Já ocorreu de surgir proposta na segunda vez que me chamaram, pois as pessoas ficaram na dúvida e minha fala surgiu no momento certo de estarem procurando algo. A grande maioria não pergunta o preço, oferecem um valor pela proposta, o que acaba sendo muito bom. Quando é um valor abaixo do esperado comunico que poderia melhorar um pouco.
Eu, tenho uma frase padrão e já puderam perceber qual é. Costumo lançar mais essa frase com mulheres ou, quando o homem começa a demonstrar estar interessado. Eu gosto, busco e ofereço sempre uma forma discreta de lidar com o que ocorre, pois todos tem vida pessoal.
Para as mulheres, uma dica muito legal, independente de terem compromisso ou não, é deixar à mostra pingentes de pimenta, talvez usar mais do que um até, comprar abacaxi e deixar virado ao contrário para quem entender perguntar a razão. Se é uma pessoa que não entende, você pode perguntar se nunca ouviu sobre a razão de deixar ao contrário. Se a pessoa disser que não sabe, provavelmente não serei eu ou alguém interessado.
Se você é homem e não quis se arriscar até o fim do serviço contratado, basta convidar a pessoa para ficar e tomar uma cerveja ou outra coisa. A maioria, que está somente realizando o serviço inicial não aceitará por estar com pressa. Se a pessoa ficar, é só entrar em assunto íntimo, perguntar sobre ter ou não alguém e tentar aprofundar, citando e perguntando coisas sobre o mundo atual no sentido sexual da coisa. Você talvez não conseguirá nada com isso, como pode surgir uma oportunidade que não envolva pagamento ou, uma proposta real de serviço.
Para casais, é o mais simples. Basta a mulher ficar sensual e se deixar ser vista e cruzar alguns olhares. Eu, por exemplo, olharia fixo depois de algumas cruzadas de olhares e, um pequeno gesto de chamar para perto é o suficiente. Se é alguém que cobra, como eu, a pessoa dirá abertamente que é negociável. Após o início do contato, peça à pessoa para o marido participar. Se for a intenção de vocês algo juntos e a pessoa topar, basta combinarem bem para todos saírem satisfeitos.
Valer frisar apenas, que essas dicas não é algo padronizado. Comigo funcionaria facilmente dessas maneiras citadas. Com pessoas que não cobram pelo serviço a mais, sendo mulher principalmente, o homem topará algo na maioria dos casos.
Espero ter ajudado. Se você, mesmo não tendo oportunidade ou desejo de fechar algo comigo, quiser mandar mensagem para pedir opinião sobre algo, pode mandar, será um prazer responder.
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